Integrada num vale profundamente encaixado, esta barragem encontra-se num maciço granítico com um grau de alteração baixo, para jusante do empreendimento, logo após a ponte rodoviária da EN212 em direção à foz do rio Tua.
Para além de uma diminuição das pendentes das encostas e alargamento do fundo do vale houve uma alteração do maciço que passou de formações graníticas para xistentas.
Os principais elementos que constituíram este aproveitamento foram:
Barragem em betão;
- Central em poço e Subestação compacta;
- Circuito hidráulico subterrâneo.
- Construção de estradas de acesso:
- Coroamento da barragem;
- Tomadas de água cais;
- Aos bocais da restituição;
- Construção de um desvio provisório da EN 212.
No decorrer do projeto deu-se ainda a escavação de um canal no leito do rio entre a restituição e a foz do rio Tua, a construção de um posto de observação e controlo (POC), as obras de derivação provisória do rio constituídas por duas ensecadeiras (uma a montante e outra a jusante) e uma galeria de derivação, inserida na margem esquerda.